Publiquei um artigo sobre as ferramentas da semiótica que podem ser aplicadas ao design. Quem quiser conferir, o link é esse: https://docs.google.com/file/d/0B_Ji1FvTj535S09fVnl2T0NLb1k/edit.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
III Prêmio de Fotografia – Ciência e Arte 2013
Estão abertas as inscrições para o III Prêmio de Fotografia – Ciência e Arte 2013. O prêmio foi criado em 2011, nas comemorações dos 60 anos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e tem como objetivo principal fomentar a produção de imagens com a temática de Ciência, Tecnologia e Inovação.
O prêmio será concedido em duas categorias e está voltado para estudantes de graduação, pós – graduação, docentes, pesquisadores brasileiros e estrangeiros com visto permanente no país. Os candidatos devem ser maiores de 18 anos.
Além da premiação em dinheiro (1º lugar: R$8.000,00; 2º lugar: R$5.000,00; 3º lugar: R$2.000,00), o CNPq concederá ao primeiro colocado de cada categoria, direito a passagem aérea e hospedagem para expor suas imagens e receber a premiação na Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) que acontecerá em julho do ano que vem.
As inscrições podem ser realizadas até às 18h do dia 30 de agosto e os participantes deverão se inscrever em apenas uma categoria: (1) Imagens produzidas por câmeras fotográficas em ambiente silvestre e antrópico ou (2) Imagens produzidas por instrumentos especiais (ópticos, eletromagnéticos, eletrônicos.
Sistema Financiar: www.financiar.org.br
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Manga Ubá - um ícone, um índice ou um símbolo?
Hoje quando penso em manga Ubá, logo me lembro da infância,do cheirinho do doce sendo remexido no tacho de cobre na casa da Hebe, uma vizinha de minha mãe. Lembro-me também da sujeira que eu e meus irmãos fazíamos quando passávamos a tarde inteira nos quintais dos vizinhos saboreando a fruta.
É por isso que resolvi utilizar a manga Ubá, um símbolo da Cidade Carinho, para tentar explicar alguns conceitos criados por Charles Sanders Peirce PEIRCE na Semiótica.
Peirce entendia o signo como fenômeno, qualquer coisa que aparece à mente, seja ela meramente sonhada, imaginada, concebida, vislumbrada, alucinada. Um devaneio... um cheiro e que, por fim, pode ser até mesmo representada. "Seria alguma coisa que representa outra coisa".
Assim, quando escrevo o nome da fruta manga, cada um de vocês pode se lembrar de algo. Para muitos ubaenses que moram fora da cidade, a fruta pode representar boas lembranças. Para quem ainda vive aqui: um orgulho de poder ter o privilégio de ter acesso fácil a essa delícia.
Para Peirce, a trilogia do pensamento seria uma primeira ideia do que pode ser a manga. Depois viriam as possibilidades de significado para a mesma. E a terceira, seria a fruta representada e somada a todas as lembranças que ela pode estabelecer com o seu contexto.
Observe que, quando chegamos ao terceiro ponto, fechamos um ciclo. Não é qualquer manga que valeria nesse raciocínio e sim, a Manga Ubá.
Daí surgem alguns conceitos como o de ícone, índice e símbolo.
O ícone seria o objeto – representado por uma cópia similar ou não similar a eles. Uma fotografia da manga Ubá, por exemplo.
O índice seria um signo que é um indicador, o cheiro da manga por exemplo.
O símbolo já seria o significado da manga somado ao que ela representa para os ubaenses: a manga como símbolo da cidade de Ubá.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Oito décadas do nosso “menino sorriso”
Texto escrito em 3 de maio de 2011
Entre um relatório e outro, atendimento a aluno, conversas ao telefone, hoje passei por momentos de reflexão sobre a vida. Ou melhor, sobre como levar a vida. Fiquei refletindo sobre o decorrer dos anos, sobre como as pessoas valorizam ou desvalorizam cada momento de sua existência. E quem me fez pensar em tudo isso foi meu pai. Hoje o velho completa 80 anos de vida. Já nesta quinta linha, em minha sala no trabalho, tenho que segurar minhas lágrimas de emoção ao me lembrar de alguns detalhes da convivência com ele.
Sou uma privilegiada mesmo. Agradeço a cada dia pelo prazer de compartilhar as minhas alegrias, as minhas angústias, os meus pensamentos com esse homem que me passa diariamente uma lição de garra e alegria de viver. O menino “oitentão” não gosta de falar sobre idade. Nem mesmo permite que comemoremos a data com a pompa e circunstância que merece. É discreto. Prefere ficar quieto neste dia e que ninguém saiba, além da família.
Para ele, hoje é um dia normal como tantos outros. Acordou cedinho, buscou o pão para a minha mãe. Fez o café como de costume e foi trabalhar. Isso mesmo. O velho ainda trabalha. E diz que isso é saúde. Alguém duvida? Trabalha mais de oito horas por dia, dirige na cidade e na estrada, joga bocha todo final de semana no clube Mangueiras. E aí de quem demonstra cansaço perto dele! Fica bravo.
O menino de Laranjal (MG) ainda conserva o sorriso largo e sincero de quem já morou na Fazenda do Cristal. Ele tirava o leite, tratava do gado, subia e descia morro e ajudava aos irmãos na labuta.O meu velho perdeu o seu pai ainda criança. Aos oito anos teve que aprender a lidar com a perda e a responsabilidade cresceu. Dez irmãos para a minha avó Maria tratar na roça. As dificuldades foram muitas. O jeito era ir para a Cidade Grande tentar a vida.
E assim o meu paizão fez. Foi para o Rio de Janeiro ainda mocinho para morar com o meu saudoso tio Dejair, já casado na época. Lá arranjou emprego, fez cursos e aprendeu o ofício da refrigeração. Lá se passaram 30 anos. Uma vida. O menino da roça aprendeu com os desafios da Cidade Maravilhosa! As décadas eram de 50 e 60. Outra realidade! Um Rio de Janeiro da Bossa Nova, dos boêmios da Lapa e também da Praça Sans Penha, na Tijuca, onde ele freqüentava.
Mas nunca foi boêmio. Pelo contrário, sempre foi homem do dia. Gosta de dormir cedo e adepto do ditado de que “Deus ajuda a quem cedo madruga”. Não me lembro de ter presenciado meu pai passar das seis da manhã na cama, mesmo nos finais de semana e feriados.
Certa vez meus tios Dejair e Beatriz receberam a notícia de que receberiam a visita de duas primas de Minas: uma de Ubá e outra de Cataguases. Meu pai ainda morava na casa deles nesta época. Apesar do parentesco, ele não as conhecia. Dessa visita começou um namoro com minha mãe. Desse namoro veio o casamento cinco anos depois. E a vinda deles para Ubá um ano depois de casados.
Eles vieram para Ubá na década de 60 e nunca mais saíram daqui. Meu pai aprendeu a amar essa cidade em função do amor dele por minha mãe. Hoje ele é muito mais conhecido do que ela por aqui. Quem não conhece do seu Almir da geladeira? Apesar do pouco estudo, ele pôde nos dar a oportunidade de estudar e criou nossa família dignamente. Hoje tentamos nos espelhar em seu caráter. Somos três filhos e duas netas lindas.
Continuamos aprendendo com ele a cada dia. Ele nos estimula a dar valor a cada dia de nossas vidas. Sua saúde de ferro, seu vigor, sua vontade de sempre estar bem informado e sua alegria a cada gol do Flamengo nos fazem sentir que vale a pena aproveitar cada instante de nossa existência sem mágoas, sem rancor.
O importante é ter ao nosso lado quem amamos e valorizarmos o nosso trabalho e respeitar as pessoas que nos rodeiam.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Minha tia Alzira
Ao entrarmos pela porta da cozinha, fomos recebidos com um sorriso no canto da boca, meio tímido, o olhar baixo. Tia Alzira tinha acabado de preparar um café. O coador de pano já meio descosturado descansava em cima da pia de barro. Logo nos perguntou se já havíamos almoçado. Respondemos que não, para nós, até uma resposta óbvia, uma vez que ainda não passava das 9 horas da manhã. Porém, para ela nem tanto. Na roça a vida começa cedo. Tia Alzira já havia preparado o almoço e arrumado a cozinha. O filho do coração tinha voltado para a lida.
Hoje ela tem 89 anos, nasceu na zona rural de Laranjal, Minas Gerais, e de lá nunca saiu. De uma família de 10 irmãos, ela foi a única que não se casou. Desde muito menina trabalhava na casa de uma família. Ali viu os filhos da patroa cresceram e, quando os patrões faleceram, por ali continuou morando com um dos “meninos” que criou.
Confesso que nesta visita rápida de domingo, não desgrudei os olhos de cada detalhe daquela casa. Já na entrada uma varanda com água da mina que fica jorrando o dia todo. Ao lado dela, uma vassoura feita de folhas de plantas ficava encostada na parede. Perto da porta da cozinha um enorme fogão a lenha. A princípio, pensei que ele tivesse sido pintado de vermelho, mas depois meu pai me explicou todo o processo que o faz ficar daquele jeito.
No corredor que dava acesso aos quartos a quantidade de quadros de santos me chamou a atenção. Além disso, a geladeira azul da marca Frigidaire me fez lembrar a casa de minha avó na década de oitenta. Minha tia ainda conservava dezenas de ímãs coloridos nela.
Parecia que eu estava num local mágico. A simplicidade das coisas me fazia pensar no quanto
é possível ser feliz e com tão pouco. A minha vontade era sair fotografando tudo como se não estivesse acreditando no que via. Nos dias de hoje, parecia algo muito distante duas pessoas morarem um local em que a comunicação ainda chega através do rádio e quando alguém vai visitá-los. Na rocinha eles plantam de quase tudo. Compram apenas o indispensável.Por alguns minutos senti que o tempo parou. Percebi que as horas naquele lugar têm uma contagem diferente daquelas com as quais estamos acostumados. Eu precisava registrar aquele momento e resolvi pedir ao meu irmão para fazer uma foto do meu pai e da minha tia dentro da casa. Dois irmãos, duas realidades completamente diferentes, apesar da mesma origem. Minha tia ficou meio apreensiva. Disse que não gosta de tirar fotos. Tem vergonha, mas aceitou o pedido da sobrinha.
Logo tivemos que partir para outras visitas. O tempo era curto. Apesar dos poucos minutos, nunca mais me esqueci daqueles momentos que me fizeram refletir sobre a vida. Espero voltar outras vezes. Muita saúde, tia Alzira. Até outro dia.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Anoitecer
Em um final de tarde de quinta-feira, durante uma viagem de ônibus, comecei a olhar pela janela, sem me fixar em nada específico. Observava a estrada, o céu, os detalhes do caminho.
Senti uma espécie de tristeza ao ser espectador da chegada da noite. Não consigo explicar o que senti. Era um vazio,uma impotência diante do poder daquela escuridão que já começava a tomar conta do ambiente.
Comecei a pensar sobre a origem desse sentimento. O que me levava a ter essa sensação de tristeza ou até mesmo de medo?
Lembrei-me de minha infância, dos oito aos dez anos. Chegava da escola às quatro e meia da tarde, tomava banho, assistia ao Sítio do Picapau Amarelo. Quando o relógio marcava seis horas, eu tinha que sair correndo para a casa de minha avó. Levava o jantar dela. Lá assistia um pouco de televisão em preto e branco. Mas só podia ver,no máximo, a novela das sete que, naquela época, passava às sete mesmo, porque às oito em ponto começava o Jornal Nacional.
Depois disso, minha vó desligava a TV e me mandava ir dormir. Nem sempre tinha sono nesse horário. Aliás, quase nunca. Mas eu obedecia, sem reclamar, embora muitas vezes tenha derramado muitas lágrimas por isso, sem que minha avó percebesse.
Ela não era uma pessoa má, só que tinha outros hábitos e era rígida em suas ordens, porém, ela me amava e isso até causava ciúmes em outros netos.
Eu também era muito apegada a minha avó, por isso, quando meu avô faleceu, eu me ofereci para dormir todas as noites na casa dela, já que ela preferiu continuar morando sozinha a vir morar com minha família.
Naquele dia em que peguei estrada ao anoitecer, refletindo sobre o sentimento de tristeza, pensei que talvez o motivo esteja aí, no período de minha infância. Escurecer me traz a lembrança de um período distante, com recordações boas, mas também, não muito felizes.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Tapa de luva
Outro dia estava parada em um local conversando com uma amiga. Ouvi quando alguém disse para uma outra: "Vai ali e veja o que aquele homem quer. Ele está parado aqui na porta há muito tempo".
Ainda não havia me atentado para a situação. Olhei, também, e vi um senhor de bermuda, chinelo, sentado no chão, ao lado de uma bicicleta. O funcionário, com todo cuidado, aproximou-se do senhor e perguntou: "o senhor está precisando de alguma coisa? Posso lhe ajudar?
O homem, todo sorridente, lhe respondeu: "não meu amigo, estou apenas esperando minha filha para lhe dar uma carona".
O julgamento pela aparência é cruel. A pessoa que julgamos pode ser a responsável, de repente, pelo pagamento de nosso salário. As atitudes e o jeito com que tratamos as pessoas refletem a nossa personalidade preconceituosa. Temos que ficar atentos a isso.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Semiótica em tudo?
Nos últimos dias tenho lido bastante sobre o processo comunicacional conseguido com a ajuda de imagens. Na fotografia, no cinema e agora na TV digital, muitas são as informações transmitidas através delas.
A publicidade descobriu que "uma imagem vale mais do que mil palavras" há muitos anos. Apenas um símbolo, uma logomarca ou apenas um lugar já nos remetem a um contexto totalmente diferente de nosso ambiente cotidiano. Muitas vezes nos fazem viajar na imaginação, relembrando momentos da infância ou até mesmo pensando sobre como seria uma situação até então não vivida.
É por isso que a Semiótica nos fascina tanto. Ela é a ciência que dá conta ou "pelo menos tenta" interpretar as formas de linguagem. Trata-se de uma função audaciosa a que alguns estudiosos se propuseram no passado e continuam tentando, pois a cada dia surgem novas possibilidades de comunicação, novos códigos e até outras mídias. Há ainda muitos desafios a serem vencidos pela Semiótica e temos alguns grandes nomes, como Lúcia Santaella, autora de vários livros da área, para nos ajudar.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Reações humanas
Nos últimos anos tenho lido bastante sobre inteligência emocional, principalmente para tentar entender um pouco melhor o ser humano. Às vezes nos deparamos com situações inesperadas em que a atitude do outro nos surpreende negativamente. E nos damos conta de que o quociente emocional de cada um deveria vir escrito na testa. Vocês concordam com isso? O índice viria como se fosse um manual de como lidar com aquele indivíduo nos períodos críticos, em que o mau humor estivesse lá nas alturas.
Poderia ser assim: "não fale nada comigo hoje, porque estou com a macaca". Ou:"se você não vai me elogiar, cale a boca, eu não sei ouvir críticas". Isso facilitaria a convivência com muita gente. Brincadeiras à parte, o mais simples seria que as pessoas tomassem consciência de que viver em sociedade é maravilhoso e que ninguém consegue ser feliz isoladamente ou "atacando" verbalmente quem não concorda com a opinião do outro.
Além disso, algumas pessoas poderiam acordar de manhã e perceber que o mundo não gira em torno delas. E que, ao chegar ao trabalho, ou ao acessar uma mídia social, por exemplo, tivesse a noção de que todos têm problemas e que os seus não são mais importantes que os de ninguém.
Percebo que as pessoas andam impacientes, querem respostas imediatas e acreditam que os outros estão à disposição deles, na hora em que precisam. Isso seria o máximo, mas não é a realidade.>
O mais difícil de engolir é quando não há consciência de seus próprios erros e alguns indivíduos precisam achar um culpado para suas derrotas.Fica mais fácil culpar o outro, mesmo que lá no fundo, saibamos que a nossa parte não foi realizada do jeitinho que precisava.
Não existe nenhuma fórmula mirabolante para melhorar a convivência em sociedade. Basta sabermos os nossos limites e termos noção de nossos deveres também. Hoje o que vejo é que as pessoas só querem os direitos e se esquecem de suas obrigações. Vocês também sentem isso?
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Encontro com Fátima Bernardes: expectativas de manhãs mais produtivas na Globo
segunda-feira, 11 de junho de 2012
A força das palavras
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Mídia social como ferramenta de propagação das empresas
Comunicação empresarial, comentários
quinta-feira, 1 de março de 2012
Boa noite, boa sorte
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Oscar 2012: da tela para o tapete vermelho
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Volta às aulas
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
"Babados" da TV aberta brasileira
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Domingo na Praça São Januário
Há muito tempo não via a Praça São Januário tão movimentada quanto ontem à noite, dia 11 de dezembro.
O ubaense foi presenteado neste final de domingo com a apresentação da banda da Polícia Militar. O Projeto Aquarela na Praça conseguiu reunir ubaenses de todas as idades e classes sociais. O presépio em tamanho natural, montado na Praça, também virou atração nesses dias que antecedem ao Natal.
Ao frequentar o jardim neste dia fiz uma viagem ao passado, à minha infância. Lembrei-me de quando andava de trenzinho após a missa das nove, na Igreja Matriz. Antes disso, comia pipoca com queijinho do senhor Laécio. Essa cheirava longe, quase não podia esperar a missa terminar.
Depois veio a catequese no salão paroquial e os intervalos na Praça. Em seguida, foram sete anos estudando no Colégio Sagrado Coração de Maria. Após as aulas sempre havia uma parada obrigatória no Jardim, como chamávamos a Praça São Januário.
Poucos anos depois, vieram as paqueras. Lá sempre foi o ponto de encontro dos jovens. Os bancos da Praça já abrigaram e sabem de muitos segredos de colegas da época.
Perto dali também ocorriam os desfiles de 7 de setembro. O palanque onde ficavam as autoridades era montado em frente à Igreja.
O Festival de Teatro, a Festa da Manga, as ações beneficentes também acontecem ou já ocorreram ali.
Porém, também já pude, infelizmente, presenciar ali, ações de violência, brigas de gangue e furtos. Fiz algumas reportagens nesse sentido enquanto trabalhava na mídia local.
E é por isso que fiquei tão feliz ontem em ver a Praça São Januário tão animada. Idosos, crianças, famílias inteiras estavam lá. A polícia também. Havia viaturas nos quatro cantos do local.
Tive a impressão de ter voltado no tempo. Sonho em ver a Praça Guido na mesma situação. E poder escrever sobre tudo o que acontece lá também.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Memória de Ubá: Paróquia de Nossa Senhora do Rosário completa 50 anos de Sagração neste dia 07 de dezembro
A Sagração (o templo católico foi bento após anos de reforma) foi celebrada em duas etapas: uma cerimônia celebrada no dia 06 de dezembro de 1961 e a segunda etapa, a Sagração com a presença do Bispo Dom Gerardo Ferreira Reis.
O Papa João XXIII confere a Nossa Senhora do Rosário o título de "Padroeira da cidade de Ubá", em documento datado de 06 de novembro de 1961.
Em comemoração ao Jubileu de Ouro - 50 anos - da Sagração da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, o Poder Legislativo do Município de Ubá realiza sessão solene especial na próxima sexta-feira (09/12), no plenário "vereador Lincoln Rodrigues Costa", da Câmara Municipal de Ubá.
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Levindo Barros
Ubá(MG), 07/12/2011
50 anos de Sagração da Igreja N.S.do Rosário.


